A bursite trocantérica é uma das causas mais comuns de dor no quadril, especialmente entre mulheres com mais de 40 anos. Trata-se de uma inflamação na bursa localizada na lateral do quadril, uma pequena bolsa cheia de líquido que atua como amortecedor entre tendões, músculos e ossos. Quando essa bursa se inflama, o desconforto pode ser persistente e impactar diretamente a qualidade de vida e a mobilidade do paciente.
Neste guia completo do Instituto Lorentz, você entenderá o que é a bursite trocantérica, por que ela surge, como é feito o diagnóstico e quais são as melhores abordagens fisioterapêuticas para tratá-la de forma eficaz e duradoura.
✅ O que é Bursite Trocantérica?
A bursite trocantérica ocorre quando a bursa localizada sobre o trocânter maior (uma proeminência óssea na lateral do fêmur) se inflama, causando dor local ou irradiada para a coxa. Essa condição também é conhecida como síndrome dolorosa do grande trocânter e pode estar associada a tendinites e desequilíbrios musculares da região do quadril e glúteos.
A função da bursa é facilitar o deslizamento dos tecidos moles sobre os ossos, reduzindo o atrito durante o movimento. Quando sobrecarregada, comprimida ou lesionada, a bursa se inflama e dá origem à dor característica.
🔍 Quais são os sintomas da Bursite Trocantérica?
Os sintomas mais comuns da bursite trocantérica incluem:
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Dor intensa na lateral do quadril
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Sensibilidade ao toque na região do trocânter
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Irradiação da dor para a coxa lateral
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Dor ao subir escadas, caminhar longas distâncias ou levantar da cadeira
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Incômodo ao deitar-se sobre o lado afetado
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Rigidez ou sensação de travamento muscular
Essa dor pode ser intermitente ou constante, piorando com atividades físicas, caminhadas prolongadas ou mesmo ao dormir do lado afetado.
🧠 Causas mais comuns
Diversos fatores podem contribuir para o desenvolvimento da bursite trocantérica, incluindo:
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Sobrecarga muscular
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Traumas repetitivos (como quedas ou impacto local)
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Alterações posturais
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Desequilíbrio muscular entre glúteos, quadril e lombar
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Diferença no comprimento das pernas
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Prática de esportes de impacto
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Uso de calçados inadequados
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Sedentarismo ou movimentos repetitivos
A condição também pode estar associada a outras disfunções, como tendinopatias dos glúteos médio e mínimo, muito comuns em mulheres sedentárias ou em corredores de longa distância.
🩺 Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico da bursite trocantérica é clínico e funcional, ou seja, envolve uma avaliação detalhada dos sintomas, histórico do paciente e testes físicos específicos. Exames de imagem como ultrassonografia ou ressonância magnética podem ser solicitados em casos de dúvida diagnóstica ou quando há suspeita de outras lesões associadas.
No Instituto Lorentz, a avaliação é feita por fisioterapeutas especializados em biomecânica e dor musculoesquelética. O foco é entender não apenas a dor, mas também sua causa e os fatores que a perpetuam.
🧘♀️ Tratamentos fisioterapêuticos para Bursite Trocantérica
O tratamento da bursite trocantérica deve ser personalizado, com base no grau da inflamação, nos hábitos de vida e nas limitações de cada paciente. Os principais objetivos são:
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Reduzir a dor e a inflamação
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Melhorar a função muscular
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Corrigir desequilíbrios biomecânicos
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Prevenir recidivas
Entre as abordagens mais eficazes utilizadas no Instituto Lorentz, destacam-se:
🔹 Liberação Miofascial
Técnica manual que atua nas fáscias musculares para diminuir tensões, melhorar a circulação e facilitar o movimento.
🔹 Exercícios de Fortalecimento
Foco especial em glúteos médio e mínimo, abdutores do quadril, core e estabilizadores lombares. O fortalecimento desses grupos reduz a sobrecarga sobre a bursa.
🔹 Alongamentos Terapêuticos
Alongamento da cadeia posterior, banda iliotibial, piriforme e músculos do quadril contribuem para reduzir o atrito na região.
🔹 Pilates Clínico
Abordagem segura e eficaz para melhora da estabilidade, mobilidade e consciência corporal, reduzindo o risco de recidiva.
🔹 Agulhamento a Seco
Indicado em casos onde há pontos gatilho ativos na musculatura glútea. A técnica reduz a tensão muscular e melhora a vascularização da região dolorosa.
🔹 Reeducação Funcional
Envolve ajustes posturais, treinamento de marcha, orientação sobre atividades diárias e prevenção de novos episódios.
⚠️ Quando a cirurgia é indicada?
A cirurgia para bursite trocantérica é extremamente rara e só é considerada em casos muito específicos, quando todos os tratamentos conservadores falharam após meses de reabilitação adequada.
Em mais de 90% dos casos acompanhados no Instituto Lorentz, o tratamento fisioterapêutico é suficiente para recuperação total ou significativa, sem necessidade de procedimentos invasivos.
⏳ Tempo de recuperação
A evolução do quadro depende de diversos fatores, como tempo de sintomas, grau de inflamação, adesão ao plano terapêutico e presença de lesões associadas. Em geral:
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Casos leves: 3 a 5 semanas de fisioterapia
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Casos moderados: 6 a 8 semanas
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Casos crônicos: até 12 semanas
Durante o processo, é essencial seguir as orientações da equipe, evitar sobrecargas e manter uma rotina de exercícios indicada pelo fisioterapeuta.
🧩 O diferencial do Instituto Lorentz
O Instituto Lorentz, localizado em Vila Velha, é referência no atendimento humanizado e especializado em fisioterapia para dores articulares e musculares. Com equipe multidisciplinar e estrutura completa, oferecemos:
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Atendimento individualizado
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Técnicas modernas e baseadas em evidências
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Foco na causa da dor, não apenas nos sintomas
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Ambiente acolhedor e profissional
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Resultados reais e duradouros
Se você sente dor lateral no quadril ou suspeita de bursite trocantérica, não adie seu tratamento. Quanto antes iniciar a reabilitação, maiores as chances de evitar cronicidade e complicações.
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